Estou cedendo a minha casa para algumas pessoas desconhecidas realizarem uma festa. Não sei bem se vou participar, pois, para entrar na festa terei que pagar horrores pelo "convite". Além do mais, não terei liberdade para circular pelas dependências da minha residência, visto que cedi o espaço para essas pessoas, que não estão nem aí se eu vou ficar ou não confortável na minha própria casa.

Paguei muito caro pela reforma. Isso mesmo, tive que reformar alguns cômodos da minha casa com o meu próprio dinheiro. É claro, você acha que eu vou receber meus convidados desconhecidos numa casa sem pintura, sem reboco, sem estrutura? Fiz uma rápida reforma, pelo menos, nos principais cômodos da residência. Pois é, o dinheiro acabou, por isso não tive como pagar pela reforma de alguns quartos, mas eles estão em um lugar bem escondidinho da casa. Vou fechar as portas e os meus convidados não irão ver.

A minha casa é grande e linda, mas o que eles não sabem, ou pelo menos fingem não saber, está todo desarrumada. Os lixos, móveis quebrados e toda a poeira estão escondidos em um quarto que eu costumo chamar de "quartinho da bagunça", toda casa tem, principalmente a minha. 

Então, apesar de ser linda e ter um belo jardim, como eu já disse, está toda desorganizada. Mas o que importa? Serão poucos dias para a realização da festa. Quando ela acabar, todos os convidados irão embora e nem se lembrarão mais de mim. Com certeza, deixarão toda a bagunça para eu arrumar. Tirarei todo o lixo, móveis quebrados e a poeira do quartinho da bagunça. Aí, tudo voltará ao normal. Vou limpar, reorganizar e voltar à vidinha de sempre, samba, funk ostentação, novela, BBBs, MAIS futebol e, o mais importante, o meu Bolsa Família continuará existindo. Afinal, como diz o provérbio popular, quem meu filho beija minha boca adoça.


Fernanda Melo é jornalista, formada pela Unibahia.
Veja utros textos em www.jornalistafernandamelo.blogspot.com.br.

Hermes, que segundo os gregos, no 1º dia de vida inventou a lira e roubou bois de seus irmão Apolo.

Zeus fez de Hermes mensageiro dos deuses, protetor dos ladrões, dos jogadores e deus dos comerciantes, dos viajantes, da eloqüência e persuasão. Como divindade tutelar dos negociantes, colocavam a sua estátua à entrada dos mercados: segurava uma bolsa e um ramo de oliveira, símbolo da paz indispensável ao negócio. Diz-se que foi inventor dos pesos e balanças.

Animais a ele consagrados: tartaruga, galo e o carneiro.

Dia: quarta-feira.

Durante o Império Romano, houve por parte dos romanos a assimilação das divindades gregas, adotando-as como poderes (numina).

Assim, Hermes passou a ser para o romanos deus da indústria e do comércio. Da palavra latina mercis, que em português significa mercadoria, derivou o novo nome de Hermes: Mercúrio. Da mesma palavra mercis derivaria mais tarde o termo francês marché: mercado onde as mercadorias eram comercializadas.

Os ingleses gostaram da palavra e a incluíram em seu dicionário. Foi aí que marché, virou market. No século 20, na década de 50 nos EUA, a palavra passou a ser usada livremente por todos os envolvidos no comércio. De market surgiu marketing: “tudo o que influi na comercialização de um produto.”

O gerente de vendas recebeu o seguinte fax de um dos seus novos vendedores:

"Seo Gomis, o criente de Belzonte pidiu mais cuatrucenta pessa. Faz favor toma as providenssa. Abrasso, Nirso".

Aproximadamente uma hora depois recebeu outro:

"Seo Gomis, os relatorio di venda vai xega atrazado proque to fexando umas venda. Temo que mandá treiz miu pessa. Amanha to xegando. Abrasso, Nirso".

No dia seguinte:

"Seo Gomis, num xeguei pucausa de que vendi maiz deis miu em Beraba. To indo pra Brazilha. Abrasso, Nirso".


No outro:

"Seo Gomis, Brazilha fexo 20 miu. Vo pra Frolinoplis e de lá pra Sum Paulo no vinhão das cete hora. Abrasso, Nirso".

E assim foi o mês inteiro. O gerente, muito preocupado com a imagem da empresa, levou ao presidente as mensagens que recebeu do vendedor. O presidente, um homem muito preocupado com o desenvolvimento da companhia e com a cultura dos funcionários, escutou atentamente o gerente e disse:

- Deixa comigo que eu tomarei as providências necessárias. E tomou. Redigiu de próprio punho um aviso e afixou no mural da empresa, juntamente com as mensagens enviadas pelo vendedor:

"A parti de oje nois tudo vamo fazê feito o Nirso. Si priocupá menos em iscrevê serto, mod vendê maiz.

Acinado, o Prizidenti".
Networking é a ação de relacionar profissionalmente com a intenção de gerar benefícios mútuos, ou seja, gerar resultados profissionais através de relacionamento.

Segue algumas dicas de como fazer esse trabalho:

1 - Procure ir ao máximo de eventos profissionais que puder e principalmente onde os principais nomes de seu mercado estão;

2 - Tenha cartão de visitas sempre a mão e troque com naturalidade;

3 - Digitalize os cartões que receber e os coloque em sua agenda eletrônica, de preferência em algum servidor, como o Gmail, por exemplo. Isso evita a perda de dados;

4 - Não pense em ganhar em um primeiro momento, se puder, faça com que seu contato ganhe primerio que você, pois assim ele terá uma vontade irresistível de ajudá-lo - Lei da reciprocidade - Se você gerar negócios para ele, ele retribuirá.

5 - Treine uma apresentação impactante de 30 segundos sobre o seu negócio;

6 - Seja um bom ouvinte. Escutar é melhor do que falar;

7 - Faça sempre uma boa indicação, ou seja, ajude o seu colega a realizar o negócio que precisa com as pessoas que você confia;

8 - Reuna-se com seus colegas de seu network a cada 2 ou 3 meses e se não puder se reunir, pelo menos ligue ou em último caso, mande um e-mail;

9 - Elogie sinceramente as pessoas, ache uma qualidade e faça um elogio sem exageros;

10 - Quem não é visto não é lembrado. Você precisa aparecer nas redes sociais, em eventos, feiras, etc...

Lembre-se: a cada 10 indicações que fazemos, recebemos 7 de volta, portanto, quando mais você ajudar, mais será ajudado.



Qualquer lugar pode ser palco para um homem cheio de talento.
Veja o que acontece quando há vários deles no mesmo lugar.



Me questiono muito ao ver essas ondas...

O cara critica a apologia a xenofobia que, de fato, deve ser questionada e criticada, mas não num sentido de "a copa tá vindo e temos que respeitar os gringos" que tirando do eufemismo se traduz em "a copa tá vindo e temos que respeitar os gringos e também a instituição fifa que estuprarão nosso povo, 'riquezas' e cultura".

Agora trazendo para uma outra face, mas na mesma perspectiva: me mostrem um artigo, texto ou charge que combata o machismo das grandes empresas de Cerveja! Estampamos mulheres como objetos de propaganda e marketing todos os dias em nossas cervejas, calçados, roupas, cadernos como se o corpo dela valorizasse o produto ou como se o produto fizesse o corpo dela valorizar. Com que intuito senão o de comportar a mulher nos padrões estéticos que satisfazem o patriarcado contemporâneo?

Elevar a autoestima da mulher a tornando "gostosa" aos olhos dos que não tem a cultura de enfrentamento na luta de gênero e política, é o mesmo que as expôr como carne nas vitrines para os insaciados de ganância com seus egos inflados...

Por fim, repensem as reproduções e representações das grandes empresas!! O enfrentamento político e contra o oportunismo político tem que ser numa perspectiva de cobrança e denúncia, não ser "somente um enfrentamento contra o oportunismo político". Cobrar o tal feminismo dito pelos políticos para lutar contra as propagandas de cerveja e produtos que utilizam o corpo da mulher como carro chefe de marketing e denunciar os fatos que tornam o feminismo político partidário em oportunismo político!

Esse texto de Carlos Jorge (CJ) é uma reflexão sobre o artigo "Guaraná Antártica e Neymar: o arroto do retrocesso!" Publicado por Fabio Chiorino na coluna Esporte Fino de Carta Capital.

Quando nasci, era preto.
Quando cresci, era preto.
Quando pego sol, fico preto.
Quando sinto frio, continuo preto.
Quando estou assustado, também fico preto.
Quando estou doente, preto.
E, quando eu morrer continuarei preto !

E tu, cara branco.
Quando nasce, é rosa.
Quando cresce, é branco.
Quando pega sol, fica vermelho.
Quando sente frio, fica roxo.
Quando se assusta, fica amarelo.
Quando está doente, fica verde.
Quando morrer, ficará cinzento.

E vem me chamar de homem de cor?


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