A fidelidade pode ser analisada como uma ação em curto prazo, rápida, de momento, mas que acabará "que seja eterna enquanto durar".

A lealdade é uma ação em longo prazo, lenta e que requer tempo, mas que terá grandes chances de se tornar duradoura, pois as pessoas leais são aquelas que em meio a qualquer situação, estarão a seu lado.

Quem é leal, é leal pra toda vida!


Filosofia e amendoim à parte...

Analisar e filosofar sobre situações crônicas é uma coisa muito linda. Isso ajuda a exercitar nosso saudoso e cada vez mais debilitado idioma que é covardemente  bombardeado pela indústria da ignorância: consideremos que nada vai mudar enquanto nossas bundas estiverem sobre nossos assentos.

Vejo que os maiores vilões do sistema foram aqueles que chamamos de "heróis" (sobretudo os que morreram de overdose). Renato Russo, Cazuza, Raul Seixas, etc. O que eles realizaram de sólido para nos manter em movimento, para nos tornar ativistas? N-A-D-A-! Absolutamente nada.

Como já dizia um desses "heróis" (talvez o maior deles): "... mas alimento para a cabeça nunca vai matar a fome de ninguém". Ele é tão insignificante, do ponto de vista pragmático, que não deixou qualquer legado histórico, político-cultural, tecnológico ou científico para as futuras gerações, e paulatinamente vem caindo no esquecimento. 



Vamos aos menestréis da nova horda de artistas pensadores e provedores: Chico Science (que Deus o tenha!), MV Bill, Marcelo Yuka, Luo (APC 16) e tantos outros que vivem num quase anonimato fazendo um trabalho fabuloso  de combate à desnutrição intelectual das comunidades marginais nas grandes cidades deste maravilhoso país tropical, através de ações diretas e voluntariado. Isso sem falar nas ONGs que montaram ou apóiam.

Na verdade o maior de todos os vilões, repito, somos nós que ficamos com nossas nádegas mentais sentadas num trono utópico com a boca escancarada cheia de cáries esperando a sorte sentar (e esperar)!

Mestre W. Moura, incorporando com categoria o Capitão Nascimento em "Tropa de Elite", disse: "Nunca serão! Nunca serão!"

Eu o parafraseio!

Li o will.i.am dizer que "parece que estamos voltando ao Século XVII, quando todos estavam na corrida para descobrir o novo mundo:

O Google são os franceses…
O Twitter são os espanhóis…
O Microsoft são os holandeses…
Os malucos da Apple são os portugueses…
Os oceanos são a internet e os computadores e softwares são os navios…
e todos eles estão navegando para encontrar e conquistar novas terras…

Há um novo “Planeta dos Macacos”, um remake de “Conan, O Bárbaro”
Enquanto na TV, há as novas “Panteras” e um novo “Hawaii 5-0”…
É como se tivéssemos perdido a capacidade de imaginar…
Teriam desaparecido todas as mentes criativas? ou…
Quem foi que parou de investir nos sonhadores?

Antigamente, a consciência coletiva era um conceito…
Hoje em dia, a consciência coletiva está no seu smartphone e se chama Twitter…
O Twitter é a representação física da consciência coletiva, pela qual pode-se conectar com a consciência de milhões…

Hoje em dia, você precisa transformar um momento em uma força e uma força em um movimento que não pode ser realizado em um comercial de 30 segundos.
É preciso iniciar uma conversa com seus consumidores.
Então, digo eu, CRIE CONVERSAS E NÃO ANÚNCIOS…"

E eu o chancelo. ;~]




O PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER
Em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D`Argent fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos pra Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imaginava era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou pra história como o cego que não quis ver.

ANDA À TOA
Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está à toa é o que não tem leme nem rumo, indo pra onde o navio que o reboca determinar.

QUEM NÃO TEM CÃO, CAÇA COM GATO
Na verdade, a expressão, com o passar dos anos, se adulterou. Inicialmente se dizia quem não tem cão caça como gato, ou seja, se esgueirando, astutamente, traiçoeiramente, como fazem os gatos.

NHENHENHÉM
Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, os indígenas não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer "nhen-nhen-nhen".


PENSANDO NA MORTE DA BEZERRA
A história mais aceitável para explicar a origem do termo é proveniente das tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados para Deus como forma de redenção de pecados. Um filho do rei Absalão tinha grande apego a uma bezerra que foi sacrificada. Assim, após o animal morrer, ele ficou se lamentando e pensando na morte da bezerra.  Após alguns meses o garoto morreu.

PARA INGLÊS VER
A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas, assim, essas leis eram criadas apenas "pra inglês ver". Daí surgiu o termo.

RASGAR SEDA
A expressão que é utilizada quando alguém elogia grandemente outra pessoa, surgiu através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos Martins Pena. Na peça, um vendedor de tecidos usa o pretexto de sua profissão pra cortejar uma moça e começa a elogiar exageradamente sua beleza, até que a moça percebe a intenção do rapaz e diz: "Não rasgue a seda, que se esfiapa".